1 - Apresentação:
A vacina a papilomavírus humano 6, 11, 16 e 18 (recombinante) – vacina HPV foi introduzida no Calendário Nacional de Vacinação como uma estratégia de saúde pública com o objetivo de reforçar as atuais ações de prevenção do câncer do colo do útero.
A vacinação, conjuntamente com as atuais ações para o rastreamento do câncer do colo do útero, possibilitará prevenir essa doença nas próximas décadas, que representa hoje a quarta principal causa de morte por neoplasias entre mulheres no Brasil. Ressalta-se que esta é uma vacina incluída na rotina do SUS e que estará disponível nas salas de vacina para as adolescentes que fazem parte do público-alvo para recebê-la.
A vacinação contra o HPV no SUS se iniciou em 10 de março deste ano e, até o momento (junho/2014), a cobertura vacinal do Município do Rio de Janeiro para a 1ª dose é de 90,2%, com 120.308 meninas vacinadas. É um excelente índice, obtido em apenas três meses de vacinação.
Para a 2ª dose, que se iniciará em 1º de setembro de 2014, é necessário que todos os esforços sejam empreendidos para que altas coberturas vacinais sejam alcançadas, uma vez que a segunda dose da vacina é fundamental para garantir a proteção da adolescente até o recebimento da 3ª dose.
2. Câncer do colo de útero
Devido à sua alta incidência e mortalidade, o câncer do colo do útero é um importante problema de saúde pública, especialmente nos países em desenvolvimento. Entre as estratégias de prevenção mais utilizadas, além da detecção precoce, estão a vacinação, o uso de preservativo e ações educativas. No Brasil, o câncer do colo do útero é o terceiro tipo de câncer mais freqüente entre mulheres, após o câncer de mama e de colo retal.
3. Papilomavírus humano (HPV)
O HPV é um vírus que apresenta mais de 150 genótipos diferentes, sendo 12 deles considerados oncogênicos pela Agência Internacional para Pesquisa sobre Câncer (IARC) e associados a neoplasias malignas do trato genital. Os tipos virais oncogênicos mais comuns são HPV 16 e 18, responsáveis por cerca de 70% dos casos de câncer do colo do útero, enquanto os HPV 6 e 11 estão associados a até 90% das lesões anogenitais5.
4. Objetivo
O objetivo da vacinação contra HPV no Brasil é prevenir o câncer do colo do útero, refletindo na redução da incidência e da mortalidade por esta enfermidade. A meta é vacinar 80% da população alvo, o que representa 4,16 milhões de meninas na faixa etária de 11 a 13 anos de idade em 2014.
1 - Apresentação:
A vacina a papilomavírus humano 6, 11, 16 e 18
(recombinante) – vacina HPV foi introduzida no Calendário Nacional de Vacinação
como uma estratégia de saúde pública com o objetivo de reforçar as atuais ações
de prevenção do câncer do colo do útero.
A vacinação, conjuntamente com as atuais ações para o
rastreamento do câncer do colo do útero, possibilitará prevenir essa doença nas
próximas décadas, que representa hoje a quarta principal causa de morte por
neoplasias entre mulheres no Brasil. Ressalta-se que esta é uma vacina
incluída na rotina do SUS e que estará disponível nas salas de vacina para as
adolescentes que fazem parte do público-alvo para recebê-la.
A vacinação contra o HPV no SUS se iniciou em 10 de
março deste ano e, até o momento (junho/2014), a cobertura vacinal do Município
do Rio de Janeiro para a 1ª dose é de 90,2%, com 120.308 meninas vacinadas. É
um excelente índice, obtido em apenas três meses de vacinação.
Para
a 2ª dose, que se iniciará em 1º de setembro de 2014, é necessário que todos os esforços sejam empreendidos
para que altas coberturas vacinais sejam alcançadas, uma vez que a segunda dose
da vacina é fundamental para garantir a proteção da adolescente até o
recebimento da 3ª dose.
2. Câncer do colo de útero
Devido à sua alta incidência e mortalidade, o câncer
do colo do útero é um importante problema de saúde pública, especialmente nos
países em desenvolvimento. Entre as estratégias de prevenção mais utilizadas,
além da detecção precoce, estão a vacinação, o uso de preservativo e ações
educativas. No Brasil, o câncer do colo do útero é o terceiro tipo de câncer
mais freqüente entre mulheres, após o câncer de mama e de colo retal.
3. Papilomavírus humano (HPV)
O HPV é um vírus que apresenta mais de 150 genótipos
diferentes, sendo 12 deles considerados oncogênicos pela Agência Internacional
para Pesquisa sobre Câncer (IARC) e associados a neoplasias malignas do trato
genital. Os tipos virais oncogênicos mais comuns são HPV 16 e 18, responsáveis
por cerca de 70% dos casos de câncer do colo do útero, enquanto os HPV 6 e 11
estão associados a até 90% das lesões anogenitais5.
4. Objetivo
O objetivo da
vacinação contra HPV no Brasil é prevenir o câncer do colo do útero, refletindo
na redução da incidência e da mortalidade por esta enfermidade. A meta é vacinar 80% da população alvo,
o que representa 4,16 milhões de meninas na faixa etária de 11 a 13 anos de
idade em 2014.
Mês de Valorização da Paternidade
Comemorado em agosto, o Mês de Valorização da Paternidade busca sensibilizar a sociedade para a importância da participação do pai no crescimento e desenvolvimento de seus filhos. A iniciativa envolve unidades de saúde, escolas, universidades, complexos esportivos, comunidades e demais parceiros da promoção da saúde da cidade do Rio de Janeiro. As atividades são coordenadas pelo Comitê Vida – um grupo de trabalho intersetorial que integra profissionais de organizações governamentais e não-governamentais, universidades e demais pessoas e instituições interessadas.
“A participação afetuosa dos pais no cuidado com seus filhos é um processo que contribui para o bem estar de toda a família. O envolvimento do pai em ações de saúde tem repercussão na redução de indicadores de mortalidade infantil, materna e de sífilis congênita. Por isso, o Plano Municipal de Saúde do Rio de Janeiro define como uma de suas metas a implantação da iniciativa Unidade de Saúde Parceria do Pai em toda a rede Saúde Presente”, explica a coordenadora do Comitê Vida, Viviane Manso Castello Branco.
Mês de Valorização da
Paternidade
Comemorado em agosto, o Mês de Valorização da Paternidade busca sensibilizar a sociedade para a
importância da participação do pai no crescimento e desenvolvimento de seus
filhos. A iniciativa envolve unidades de saúde, escolas, universidades,
complexos esportivos, comunidades e demais parceiros da promoção da saúde da
cidade do Rio de Janeiro. As atividades são coordenadas pelo Comitê Vida –
um grupo de trabalho intersetorial que integra profissionais de organizações
governamentais e não-governamentais, universidades e demais pessoas e
instituições interessadas.
“A participação afetuosa dos pais no
cuidado com seus filhos é um processo que contribui para o bem estar de toda a
família. O envolvimento do pai em ações de saúde tem repercussão na
redução de indicadores de mortalidade infantil, materna e de sífilis congênita.
Por isso, o Plano Municipal de Saúde do Rio de Janeiro define como uma de suas
metas a implantação da iniciativa Unidade
de Saúde Parceria do Pai em toda a rede Saúde
Presente”, explica a coordenadora do Comitê Vida, Viviane Manso Castello
Branco.
DEZ RECOMENDAÇÕES À UNIDADE DE SAÚDE PARCEIRA DO PAI
1. Promova junto à equipe a reflexão sobre temas relacionados às masculinidades, cuidado paterno e metodologias para trabalho com homens.
2. Inclua os homens e pais nas rotinas dos serviços e convide-os para as consultas, exames e atividades de grupo relacionadas ao cuidado com seus filhos e parceiras, tais como contracepção, TIG e acompanhamento pediátrico.
3. Incentive a participação dos pais no pré-natal, parto e pós-parto e dê a eles tarefas significativas, como cortar o cordão umbilical ou dar o primeiro banho. Divulgue o direito deles acompanharem o parto.
4. Facilite a presença dos pais nas enfermarias, acompanhando seus filhos internados.
5. Promova com os homens atividades educativas que discutam temas relacionados ao cuidado, numa perspectiva de gênero.
6. Acolha os homens, valorizando sua capacidade, escutando suas demandas e sugestões, oferecendo apoio nas situações difíceis e incentivando-os a cuidar da própria saúde.
7. Proponha adaptações no ambiente de modo a favorecer a presença dos homens, tais como cadeiras, camas, banheiros masculinos, divisórias, cartazes e revistas.
8. Dê visibilidade ao tema do cuidado paterno, incluindo-o nas diferentes atividades educativas realizadas pela unidade, como: contracepção, pré-natal, aleitamento, grupos de adolescentes, pais e idosos.
9. Ofereça horários alternativos, tais como sábados e terceiro turno, para consultas, atividades de grupo e visitas às enfermarias, a fim de facilitar a presença dos pais que trabalham.
10. Estabeleça parcerias com a comunidade para fortalecer a rede de apoio social.
Fonte: http://elosdasaude.wordpress.com/2011/01/18/unidade-de-saude-parceira-do-pai/
DEZ RECOMENDAÇÕES À UNIDADE DE SAÚDE PARCEIRA DO PAI
1. Promova junto à equipe a reflexão sobre temas relacionados às masculinidades, cuidado paterno e metodologias para trabalho com homens.
2. Inclua os homens e pais nas rotinas dos serviços e convide-os para as consultas, exames e atividades de grupo relacionadas ao cuidado com seus filhos e parceiras, tais como contracepção, TIG e acompanhamento pediátrico.
3. Incentive a participação dos pais no pré-natal, parto e pós-parto e dê a eles tarefas significativas, como cortar o cordão umbilical ou dar o primeiro banho. Divulgue o direito deles acompanharem o parto.
4. Facilite a presença dos pais nas enfermarias, acompanhando seus filhos internados.
5. Promova com os homens atividades educativas que discutam temas relacionados ao cuidado, numa perspectiva de gênero.
6. Acolha os homens, valorizando sua capacidade, escutando suas demandas e sugestões, oferecendo apoio nas situações difíceis e incentivando-os a cuidar da própria saúde.
7. Proponha adaptações no ambiente de modo a favorecer a presença dos homens, tais como cadeiras, camas, banheiros masculinos, divisórias, cartazes e revistas.
8. Dê visibilidade ao tema do cuidado paterno, incluindo-o nas diferentes atividades educativas realizadas pela unidade, como: contracepção, pré-natal, aleitamento, grupos de adolescentes, pais e idosos.
9. Ofereça horários alternativos, tais como sábados e terceiro turno, para consultas, atividades de grupo e visitas às enfermarias, a fim de facilitar a presença dos pais que trabalham.
10. Estabeleça parcerias com a comunidade para fortalecer a rede de apoio social.
Fonte: http://elosdasaude.wordpress.com/2011/01/18/unidade-de-saude-parceira-do-pai/




