O Carnaval é comemorado em diversas partes do mundo e, no Brasil, pessoas de todas as idades e até mesmo de outros países se reúnem em festas características de cada região. O feriado possibilita encontros em cidades como Rio de Janeiro, Salvador, Recife, Minas Gerais ou até mesmo o Distrito Federal com seus tradicionais bloquinhos de rua. O clima é de diversão e, por isso, é importante estar sempre prevenido e atento às DSTs e aids. Este ano, o Ministério da Saúde lança a campanha de prevenção combinada, que reforça a importância dos jovens se prevenirem contra o vírus da aids não só usando camisinha, mas realizando o teste e, se der positivo, começar logo o tratamento, reforçando o conceito “camisinha + teste + medicamento”.
A turismóloga Mariana Sarciotto, de 31 anos, acredita que é importante se divertir, mas sem se esquecer da prevenção durante a folia. “O carnaval é momento de festa para todos, inclusive os soropositivos, e todos devem ter consciência de seus atos. Acho que o teste é uma boa forma de conscientização e já conversei muitas vezes com meus amigos sobre o fato de que a doença é transmitida mais facilmente do que se imagina. O teste deixa a pessoa com medo de ter um resultado positivo, o que a torna mais prudente no seu dia a dia”, defende. Dados do último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde apontam que das 734 mil pessoas que vivem com HIV e aids no Brasil atualmente 80% já receberam o diagnóstico.
Dados da Pesquisa de Conhecimentos, Atitudes e Práticas na População Brasileira (PCAP), apresentados durante o lançamento da campanha de prevenção às DST e aids para o Carnaval 2015, nesta quarta-feira (28), mostram que, apesar da maioria dos brasileiros (94%) saberem que a camisinha é melhor forma de prevenção às DST e aids, 45% da população sexualmente ativa do país não usou preservativo nas relações sexuais casuais nos últimos 12 meses.
O estudante Vitor Monteiro, 25 anos, acredita que algumas pessoas que não usam preservativo não pensam na possibilidade de contrair alguma doença. “Acho que os principais motivos que levam algumas pessoas a não usar a camisinha são porque elas não pensam nas consequências e também acham que é melhor sem. Eu sempre uso camisinha se não estiver namorando ou quando não conheço muito bem a pessoa”, revela.
A pesquisa apontou também um crescimento significativo de pessoas que relataram ter tido mais de 10 parceiros sexuais na vida. Esse percentual subiu de 19%, em 2004, para 26% em 2008, chegando a 44% no ano de 2013. O fotógrafo Gilberto Evangelista, 41 anos, opta por fazer o teste de forma regular, independente da quantidade de parceiros sexuais no período. “Sou muito preocupado com minha saúde em geral e, apesar de me proteger sempre, prefiro me garantir ainda mais fazendo o teste a cada seis meses ou cada ano, no mínimo. Acho que é importante para ficar seguro e consciente do meu status. Além disso, para poder tomar as providências necessárias o quanto antes no caso de uma possível infecção, e de redobrar meus cuidados, principalmente, em relação a terceiros”, ressalta.
Com a ampliação da testagem do HIV, cerca de 6,4 milhões de testes rápidos foram distribuídos em 2014. O crescimento da assistência às pessoas com HIV e aids e o incentivo ao diagnóstico precoce fazem parte das estratégias do Ministério da Saúde no cumprimento da meta “90-90-90”, que corresponde a 90% de pessoas testadas, 90% tratadas e 90% com carga viral indetectável até 2020. As metas foram adotadas pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/aids (UNAIDS).
Medicamento 3 em 1 - Este ano o Ministério da Saúde enviou a todos os estados brasileiros o medicamento 3 em 1 (dose tripla combinada, composta pelos medicamentos Tenofovir (300 mg), Lamivudina (300 mg) e Efavirenz (600 mg) para o tratamento de pacientes com HIV e aids. A combinação de medicamentos deverá beneficiar 100 mil novos pacientes. O Ministério da Saúde investiu R$ 36 milhões na aquisição de 7,3 milhões de comprimidos. O estoque é suficiente para atender os pacientes nos próximos doze meses.
Fonte: Ana Beatriz Magalhães / Blog da Saúde
O Carnaval é comemorado em diversas partes do mundo e, no Brasil, pessoas de todas as idades e até mesmo de outros países se reúnem em festas características de cada região. O feriado possibilita encontros em cidades como Rio de Janeiro, Salvador, Recife, Minas Gerais ou até mesmo o Distrito Federal com seus tradicionais bloquinhos de rua. O clima é de diversão e, por isso, é importante estar sempre prevenido e atento às DSTs e aids. Este ano, o Ministério da Saúde lança a campanha de prevenção combinada, que reforça a importância dos jovens se prevenirem contra o vírus da aids não só usando camisinha, mas realizando o teste e, se der positivo, começar logo o tratamento, reforçando o conceito “camisinha + teste + medicamento”.
A turismóloga Mariana Sarciotto, de 31 anos, acredita que é importante se divertir, mas sem se esquecer da prevenção durante a folia. “O carnaval é momento de festa para todos, inclusive os soropositivos, e todos devem ter consciência de seus atos. Acho que o teste é uma boa forma de conscientização e já conversei muitas vezes com meus amigos sobre o fato de que a doença é transmitida mais facilmente do que se imagina. O teste deixa a pessoa com medo de ter um resultado positivo, o que a torna mais prudente no seu dia a dia”, defende. Dados do último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde apontam que das 734 mil pessoas que vivem com HIV e aids no Brasil atualmente 80% já receberam o diagnóstico.
Dados da Pesquisa de Conhecimentos, Atitudes e Práticas na População Brasileira (PCAP), apresentados durante o lançamento da campanha de prevenção às DST e aids para o Carnaval 2015, nesta quarta-feira (28), mostram que, apesar da maioria dos brasileiros (94%) saberem que a camisinha é melhor forma de prevenção às DST e aids, 45% da população sexualmente ativa do país não usou preservativo nas relações sexuais casuais nos últimos 12 meses.
O estudante Vitor Monteiro, 25 anos, acredita que algumas pessoas que não usam preservativo não pensam na possibilidade de contrair alguma doença. “Acho que os principais motivos que levam algumas pessoas a não usar a camisinha são porque elas não pensam nas consequências e também acham que é melhor sem. Eu sempre uso camisinha se não estiver namorando ou quando não conheço muito bem a pessoa”, revela.
A pesquisa apontou também um crescimento significativo de pessoas que relataram ter tido mais de 10 parceiros sexuais na vida. Esse percentual subiu de 19%, em 2004, para 26% em 2008, chegando a 44% no ano de 2013. O fotógrafo Gilberto Evangelista, 41 anos, opta por fazer o teste de forma regular, independente da quantidade de parceiros sexuais no período. “Sou muito preocupado com minha saúde em geral e, apesar de me proteger sempre, prefiro me garantir ainda mais fazendo o teste a cada seis meses ou cada ano, no mínimo. Acho que é importante para ficar seguro e consciente do meu status. Além disso, para poder tomar as providências necessárias o quanto antes no caso de uma possível infecção, e de redobrar meus cuidados, principalmente, em relação a terceiros”, ressalta.
Com a ampliação da testagem do HIV, cerca de 6,4 milhões de testes rápidos foram distribuídos em 2014. O crescimento da assistência às pessoas com HIV e aids e o incentivo ao diagnóstico precoce fazem parte das estratégias do Ministério da Saúde no cumprimento da meta “90-90-90”, que corresponde a 90% de pessoas testadas, 90% tratadas e 90% com carga viral indetectável até 2020. As metas foram adotadas pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/aids (UNAIDS).
Medicamento 3 em 1 - Este ano o Ministério da Saúde enviou a todos os estados brasileiros o medicamento 3 em 1 (dose tripla combinada, composta pelos medicamentos Tenofovir (300 mg), Lamivudina (300 mg) e Efavirenz (600 mg) para o tratamento de pacientes com HIV e aids. A combinação de medicamentos deverá beneficiar 100 mil novos pacientes. O Ministério da Saúde investiu R$ 36 milhões na aquisição de 7,3 milhões de comprimidos. O estoque é suficiente para atender os pacientes nos próximos doze meses.
Fonte: Ana Beatriz Magalhães / Blog da Saúde
Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Intensificação do Sarampo
PERÍODO: 08 a 28.11.20141º DIA D: 08.11 (8 às 17 horas) - Sábado2º DIA D: 22.11 (8 às 17 horas) - Sábado
Sobre a Poliomielite
O Brasil realiza, em 2014, o 35º ano de Campanhas Nacionais de Vacinação contra a Poliomielite e o 25º ano sem a doença no país, estando livre do poliovírus desde 1990 e todas as ações devem ser mantidas até que aconteça certificação mundial da erradicação deste agente infeccioso. Dessa forma, esta Campanha de Vacinação tem como objetivo manter elevada cobertura nacional contra a poliomielite de forma homogênea em todos os municípios, visando evitar a reintrodução do vírus selvagem da poliomielite no país. Para isso, a população alvo deve ser vacinada indiscriminadamente.
No cenário global da poliomielite, dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) demonstram que entre os anos de 2013 e 2014, 10 países registraram casos da doença e na sua maioria, decorrente de importações do poliovírus selvagem de países endêmicos ou de países que restabeleceram a transmissão. Países endêmicos: Afeganistão, Nigéria e Paquistão ;
Países que restabeleceram a transmissão: Somália, Guiné Equatorial, Iraque, Camarões, Síria, Etiópia e Kenia; No ano de 2014 até o inicio do mês de setembro foram registrados 149 casos da doença sendo 131 nos países endêmicos: 117 Paquistão, 06 Nigéria e 08 no Afeganistão.
O objetivo da campanha é manter o Brasil livre da circulação do poliovírus selvagem, mantendo a condição de país certificado internacionalmente para erradicação da poliomielite, estabelecendo proteção coletiva por meio da disseminação do vírus vacinal no meio ambiente.
A vacinação contra poliomielite será feita com utilização da vacina contra Poliomielite oral (VOP) para crianças de 06 meses a 4 anos, 11 meses e 29 dias.
A população alvo desta campanha são crianças entre 6 meses e menores de 04 anos de idade (6 meses a 4 anos 11 meses e 29 dias), num total de 347.250 crianças no Município do Rio de Janeiro. A meta mínima é vacinar 95% da população alvo, ou seja, 329.888 crianças.
A vacina VOP induz a uma boa imunidade intestinal e humoral. Confere proteção contra três sorotipos do poliovírus 1, 2,e 3 e sua eficácia é em torno de 90% a 95% . Faz-se necessário completar o esquema básico de três doses, ou seja, 2 doses de VIP (D1 e D2) e 1 dose de VOP (D3),sendo necessário 2 doses de reforço (VOP) após o termino do esquema básico.
Sobre o Sarampo
Diferentes regiões do mundo estão definindo metas para a eliminação do sarampo e da rubéola até o ano 2020. No entanto, a ocorrência de surtos em várias partes do mundo constitui uma ameaça para a eliminação, além da circulação endêmica desses vírus em países da África, Ásia e Oceania. Em 2013 foram registrados 179.801 casos de sarampo no mundo, enquanto que até 14 de agosto de 2014, foram reportados 125.978 casos da doença.
No Brasil, os últimos casos autóctones de sarampo ocorreram no ano 2000 e desde então, os casos registrados eram importados ou relacionados à importação. Entretanto, em 2013 e 2014, foram registrados 596 casos da doença no país, com maior concentração nos estados de Pernambuco (224) e Ceará (365). Em ambos os estados, as crianças até quatro anos 11 meses e 29 dias de idade foram as mais acometidas. Com o objetivo de interromper a cadeia de transmissão foram adotadas medidas para a contenção como a realização de ações de bloqueio vacinal seletivo a partir dos 06 meses de idade e campanhas indiscriminadas contra o sarampo abrangendo todos os suscetíveis compreendidos na faixa etária de seis meses até quatro anos 11 meses e 29 dias, além da intensificação da rotina.
O objetivo da campanha de intensificação do sarampo é resgatar menores de 05 anos ainda não vacinados e corrigir falha primária da vacinação contra sarampo e da rubéola, visando garantir a manutenção do estado de eliminação do sarampo e rubéola no país.
Crianças de 1 ano até 4 anos 11 meses e 29 dias: deverão ser vacinadas com a vacina Tríplice Viral ou Tetra Viral, conforme idade.
Campanha Nacional de Vacinação
contra a Poliomielite e de Intensificação do Sarampo
PERÍODO: 08 a 28.11.20141º DIA D: 08.11 (8 às 17 horas) - Sábado2º DIA D: 22.11 (8 às 17 horas) - Sábado
Sobre a Poliomielite
O
Brasil realiza, em 2014, o 35º ano de Campanhas Nacionais de Vacinação contra a
Poliomielite e o 25º ano sem a doença no país, estando livre do poliovírus
desde 1990 e todas as ações devem ser mantidas até que aconteça certificação
mundial da erradicação deste agente infeccioso. Dessa forma, esta Campanha de
Vacinação tem como objetivo manter elevada cobertura nacional contra a
poliomielite de forma homogênea em todos os municípios, visando evitar a
reintrodução do vírus selvagem da poliomielite no país. Para isso, a população
alvo deve ser vacinada indiscriminadamente.
No cenário global da poliomielite, dados da
Organização Mundial de Saúde (OMS) demonstram que entre os anos de 2013 e 2014,
10 países registraram casos da doença e na sua maioria, decorrente de
importações do poliovírus selvagem de países endêmicos ou de países que
restabeleceram a transmissão. Países endêmicos: Afeganistão, Nigéria e
Paquistão ;
Países
que restabeleceram a transmissão: Somália, Guiné Equatorial, Iraque, Camarões,
Síria, Etiópia e Kenia; No ano de 2014 até o inicio do mês de setembro foram
registrados 149 casos da doença sendo 131 nos países endêmicos: 117 Paquistão,
06 Nigéria e 08 no Afeganistão.
O
objetivo da campanha é manter o Brasil livre da circulação do poliovírus
selvagem, mantendo a condição de país certificado internacionalmente para
erradicação da poliomielite, estabelecendo proteção coletiva por meio da
disseminação do vírus vacinal no meio ambiente.
A
vacinação contra poliomielite será feita com utilização da vacina contra
Poliomielite oral (VOP) para crianças de 06 meses a 4 anos, 11 meses e 29
dias.
A
população alvo desta campanha são crianças entre 6 meses e menores de 04 anos
de idade (6 meses a 4 anos 11 meses e 29 dias), num total de 347.250 crianças
no Município do Rio de Janeiro. A meta mínima é vacinar 95% da população alvo,
ou seja, 329.888 crianças.
A
vacina VOP induz a uma boa imunidade intestinal e humoral. Confere proteção
contra três sorotipos do poliovírus 1, 2,e 3 e sua eficácia é em torno de 90% a
95% . Faz-se necessário completar o esquema básico de três doses, ou seja, 2
doses de VIP (D1 e D2) e 1 dose de VOP (D3),sendo necessário 2 doses de reforço
(VOP) após o termino do esquema básico.
Sobre
o Sarampo
Diferentes
regiões do mundo estão definindo metas para a eliminação do sarampo e da
rubéola até o ano 2020. No entanto, a ocorrência de surtos em várias partes do
mundo constitui uma ameaça para a eliminação, além da circulação endêmica
desses vírus em países da África, Ásia e Oceania. Em 2013 foram registrados
179.801 casos de sarampo no mundo, enquanto que até 14 de agosto de 2014, foram
reportados 125.978 casos da doença.
No
Brasil, os últimos casos autóctones de sarampo ocorreram no ano 2000 e desde
então, os casos registrados eram importados ou relacionados à importação.
Entretanto, em 2013 e 2014, foram registrados 596 casos da doença no país, com
maior concentração nos estados de Pernambuco (224) e Ceará (365). Em ambos os
estados, as crianças até quatro anos 11 meses e 29 dias de idade foram as mais
acometidas. Com o objetivo de interromper a cadeia de transmissão foram
adotadas medidas para a contenção como a realização de ações de bloqueio
vacinal seletivo a partir dos 06 meses de idade e campanhas indiscriminadas
contra o sarampo abrangendo todos os suscetíveis compreendidos na faixa etária
de seis meses até quatro anos 11 meses e 29 dias, além da intensificação da
rotina.
O objetivo da campanha de intensificação do sarampo é
resgatar menores de 05 anos ainda não
vacinados e corrigir falha primária da vacinação contra sarampo e da rubéola,
visando garantir a manutenção do estado de eliminação do sarampo e rubéola no
país.
Crianças
de 1 ano até 4 anos 11 meses e 29 dias: deverão ser vacinadas com a vacina Tríplice Viral ou Tetra Viral,
conforme idade.












